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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Fake News - Procuradoria investiga dinheiro sujo na campanha de Bolsonaro - #Fake

Fake News - O site Plantão Brasil denuncia que, através da operação Greenfield, a procuradoria investiga dinheiro sujo na campanha de Bolsonaro vindos de empresas de Paulo Guedes.

Nota de esclarecimento - o assunto, tratado aqui, não está vinculado á acusação que ocorreu hoje, 18/10/2018, por parte do Jornal a Folha de São Paulo, sob o título: "Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp", que aponta o uso irregular das redes sociais para beneficiar o candidato Jair Bolsonaro, que é acusado de fazer caixa 2.



O site Plantão Brasil copiou a matéria do Jornal Estadão e, utilizando a estratégia de Clickbait, ou - isca de cliques"- , alterou o título "Procuradoria mira relação entre doações a políticos e aportes em FIPs de Guedes" da postagem original (aqui) para "Procuradoria investiga dinheiro sujo na campanha de Bolsonaro". 

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Ou seja, inseriu o nome de Bolsonaro como se ele, ou sua campanha, estivesse sendo investigado, mas isso não é verdade. A matéria deturpada do Plantão Brasil, também, omitiu as explicações dos envolvidos.

Segundo o site Comprova, que entrou em contato com o procurador da República Anselmo Lopes, da PR-DF e coordenador da força-tarefa da Operação Greenfield, que declarou, que Não há nenhuma investigação sobre Bolsonaro. Somente Paulo Guedes e outros são investigados”.

Na investigação, o procurador Anselmo Lopes pede, entre outras providências, a verificação de “eventuais conexões entre os aportes dos fundos de pensão e as doações da empresa Contax Participações S/A (registradas em R$ 53 milhões para partidos políticos e candidatos, entre 2008 e 2014) da qual, segundo o portal "Bloomberg", o sr. Paulo Roberto Nunes Guedes era diretor”. 

Ele também determina a pesquisa de “doações eleitorais realizadas pelas pessoas físicas De acordo com a reportagem do Estadão, a empresa Liq (Contax) disse que o economista não foi seu diretor, mas sim Paulo Roberto Reckziegel Guedes.
– O Professor Doutor Paulo Guedes jamais foi “controlador” ou “diretor” da HSM, como sugere a matéria. Foi, apenas, membro dos Conselhos de Administração da HSM e Ânima, indicado pelo Fundo BrFip e já está desligado dos Conselhos desde 22 de outubro de 2014. - Esclarece a HSM ao Estadão.
Em resumo, se por um lado é verdade que o Srº Paulo Guedes está sendo investigado pela operação Greenfield, -é totalmente mentiroso que a campanha de Bolsonaro também esteja sendo investigada pela Procuradoria, como sugere o título. 

Cabe ressaltar que, além do título tendenciosamente deturpado, nada consta no interior do conteúdo copiado, do Estadão, pelo Plantão Brasil, apontando sobre investigações á Bolsonaro. Trata-se de um título fraudulento com intuito de ganhar cliques e confundir o leitor.





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